Imagem ilustrativa de Nintendo Switch 2: Os 10 Melhores Jogos do Primeiro Ano do Console
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Nintendo Switch 2: Os 10 Melhores Jogos do Primeiro Ano do Console

Equipe Editorial PANTAUIVG

06 Dez 2025 · 8 min de leitura

Atenção, squad! O burburinho sobre o Nintendo Switch 2 está mais forte do que a conexão do seu suporte no ranked, e a expectativa em torno do seu lançamento já está quebrando a internet. Como redator-chefe do PANTAUIVG, sei que a maior curiosidade da galera não é só o console em si, mas sim os games que vão nos fazer perder noites de sono e investir cada centavo. Pensando nisso, e com base em rumores, patentes, análises de mercado e aquele bom e velho feeling de quem vive de jogos, montamos uma lista cabeluda dos 10 melhores títulos que esperamos ver nos primeiros doze meses da máquina. Prepara o coração, porque a Nintendo sempre chega chutando a porta com um line-up de respeito, prometendo experiências que vão do épico ao completamente inovador, e a gente tá aqui pra dissecar cada byte dessa previsão.

Para entender o que esperar do Switch 2, precisamos olhar o DNA da Nintendo. Ela não aposta só em gráficos ultra-realistas, mas em gameplay revolucionário e IP's que vendem consoles por si só. Dito isso, a primeira grande aposta, quase um GG garantido, é um novo Super Mario 3D. Pensem em um mundo aberto vibrante, talvez com mecânicas de gravidade que explorem o hardware da nova geração, ou um retorno a formas inovadoras de coleta como em Odyssey, mas exponencialmente expandido. Seria o showcase perfeito para o poder de processamento aprimorado, demonstrando efeitos visuais que o Switch original sequer sonhava, mantendo a assinatura Nintendista de diversão pura e mecânicas polidas. Esse tipo de título, geralmente, não é apenas um jogo, é uma declaração de intenções, um benchmark para todo o ecossistema que virá.

Em segundo lugar, a gente não pode ignorar o elefante na sala: um novo Zelda. Depois do sucesso meteórico de Tears of the Kingdom, a barra está altíssima. Contudo, em vez de outro mundo aberto do Hyrule que já conhecemos, a aposta aqui é em algo totalmente novo ou um retorno a uma perspectiva mais linear, mas com a complexidade de puzzles e design de níveis elevados. Imagine um "The Legend of Zelda: (insira subtítulo épico)" que utilize a capacidade de ray tracing (se o Switch 2 tiver), para criar dungeons com iluminação dinâmica e enigmas baseados em luz. Seria um título que prova a versatilidade do console, mostrando que a Big N pode inovar sem necessariamente repetir fórmulas, mantendo a magia e desafiando o jogador de formas inéditas e visualmente deslumbrantes.

Chegando à terceira posição, e mantendo a tradição de jogos que agregam muito ao multiplayer local, prevemos um Mario Kart 9 – ou talvez Mario Kart Ultimate. Com a potência extra do Switch 2, as pistas poderiam ser mais dinâmicas, se transformando em tempo real conforme a corrida avança, ou apresentando até 12 jogadores localmente, algo impensável no console atual. Além disso, novos itens, personagens e modos de jogo, como um Battle Mode ainda mais robusto, seriam fundamentais. A série Mario Kart é sempre um sistema de vendas, e a Nintendo sabe disso. Um novo título com o poder do Switch 2 seria um buff gigantesco para as vendas do console e um excelente game para convidar os amigos para a jogatina, reforçando o DNA social que a Nintendo tanto valoriza em seus aparelhos.

Nossa quarta escolha, com grande potencial para ser um megahit, é um novo Animal Crossing. New Horizons foi um fenômeno cultural, e uma sequência no Switch 2 poderia levar a personalização e a vida na ilha a um novo patamar. Gráficos mais detalhados, um mundo ainda maior para explorar e decorar, e talvez a introdução de novos NPCs com rotinas ainda mais complexas, seriam um prato cheio. Recursos de conectividade online expandidos, permitindo visitas a ilhas com mais amigos simultaneamente, ou eventos sazonais massivos, seriam um buff considerável na experiência social. A franquia é um pilar de comunidade, e um novo título seria a cereja do bolo para os fãs de simulação de vida, garantindo horas de relaxamento e criatividade para milhões de jogadores.

Em quinto lugar, não podemos esquecer de Metroid. Se Metroid Prime 4 vai finalmente ver a luz do dia no Switch 2, ele tem potencial para ser um divisor de águas. Gráficos fotorrealistas, ambientes assustadoramente imersivos e uma jogabilidade de tiro em primeira pessoa que explora todas as capacidades do novo hardware seriam espetaculares. Imagine a exploração de planetas desconhecidos com detalhes sem precedentes, efeitos de iluminação que amplificam a atmosfera de solidão e perigo, e um combate fluído que se beneficie dos novos joy-cons (se houverem). Um Metroid Prime 4 bem executado seria o equivalente a um "halflife killer" para a Nintendo: um jogo maduro, técnico e incrivelmente ambicioso que atrairia uma fatia de mercado sedenta por experiências mais intensas no console híbrido.

Sexta posição, e com grande importância para a base de fãs de RPG's táticos: um novo Fire Emblem. Além de gráficos aprimorados, o Switch 2 poderia permitir batalhas com ainda mais unidades em tela, mapas de batalha mais complexos e intrincados, e sequências de combate cinematográficas que elevem a barra da apresentação visual da série. Além disso, a profundidade narrativa, sempre um ponto forte de Fire Emblem, poderia ser ainda mais explorada com mais caminhos ramificados e interações entre personagens, aproveitando a maior capacidade de armazenamento e processamento para diálogos e decisões mais profundas. Um título que solidificaria a reputação da Nintendo de ter excelentes RPGs exclusivos, atraindo gamers que buscam uma experiência mais estratégica e emocional.

Para fechar o top 7, e pensando nas experiências que o Switch ainda carece em termos de poder, um Pokémon de nova geração totalmente otimizado para o Switch 2. Esqueçam os problemas de performance de Scarlet & Violet. Imaginem um mundo Pokémon massivo, sem loading screens entre as áreas, com gráficos cel-shaded deslumbrantes e centenas de Pokémon correndo livremente sem engasgos ou quedas de frame. A Nintendo tem a chance de entregar o jogo Pokémon definitivo, aquele que os fãs sonham há anos, aproveitando o poder extra para criar uma região vasta, com NPCs mais vivos e interações online mais fluidas para as batalhas e trocas. Um game essencial para o público jovem que, sem dúvida, venderá milhões de unidades e consolidará a próxima era dos monstrinhos de bolso.

Em oitavo e nono lugar, mas com impacto crucial na diversidade do portfólio, esperamos ver pelo menos dois títulos third-party de peso que atualmente são impensáveis no Switch. Um Assassin's Creed que rode nativamente com gráficos de ponta, ou um Resident Evil VII/Village sem o streaming da nuvem, seriam grandes vitórias. A presença de ports de qualidade superior desses jogos mostrará que o Switch 2 está pronto para competir em gráficos com Xbox Series S ou até mesmo com o S sem precisar da nuvem, abrindo as portas para um fluxo constante de jogos multiplataforma que hoje são exclusivos dos concorrentes. Isso seria um buff para o catálogo e um claro sinal de que a Nintendo quer atrair um público mais amplo, que também busca jogos "AAA" em seu console híbrido, que hoje acabam sendo "skipped" no primeiro Switch.

Finalmente, no décimo lugar, mas não menos importante, a cereja do bolo para os mais hardcore gamers: um novo Xenoblade Chronicles. A série é conhecida por seus mundos gigantescos e histórias épicas, e o Switch 2 seria o palco perfeito para levá-los a um novo patamar. Com gráficos mais detalhados, uma draw distance ainda maior e batalhas com efeitos especiais estonteantes, seria um feast visual e narrativo. A capacidade de processamento aprimorada permitiria que os mapas fossem ainda mais densos, com mais criaturas e segredos para descobrir, e o combate em tempo real poderia ter mais profundidade e fluidez. Um Xenoblade 4 seria o título que realmente pusharia os limites do novo hardware em termos de RPG japonês, entregando uma experiência massiva e imersiva para o público que adora perder centenas de horas em um único jogo. Preparar o cartucho, galera, o Switch 2 promete um ano de estreia épico!

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